A saúde pediátrica no Rio de Janeiro


 

Certamente, não faltam desafios na saúde pediátrica do Rio de Janeiro. Em face ao atual contexto epidemiológico e demográfico na qual a criança está inserida, apresentam-se novos desafios, apontando a necessidade de conhecimentos para uma nova pediatria, com a reformulação dos serviços de saúde destinado aos cuidados das crianças.

Em uma recente análise dos pesquisadores, a realidade da saúde da criança em todo o mundo traz boas e más notícias, como o aumento das taxas de aleitamento materno, a queda da mortalidade infantil e o aumento do acesso às vacinas e ao pré-natal. No entanto, sofremos com o aumento do número de partos prematuros, doenças crônicas e a incidência de obesidade infantil.

Os desafio são muitos, mas em particular, um que merece destaque é o atendimento de Home Care, que com o acesso às tecnologias modernas e sofisticadas, permite o aumento da sobrevida de crianças que antes não teriam chance alguma, formando uma nova clientela: a criança dependente da tecnologia que precisa ser atendida nos serviços de saúde, demandando um alto nível de cuidado da sociedade.

A realidade dos números é que, apenas 90% das crianças nascidas com doenças crônicas nos países desenvolvidos chegam à idade adulta, o que demanda ao longo de suas vidas, um alto grau de cuidados, produzindo mudanças importantes no campo de assistência à saúde no Rio de janeiro: a assistência à saúde dedicada a prestar cuidados por longos períodos, ou quase vitalícios, com sequelas permanentes e diagnóstico precoce de doenças crônicas e as necessidade do aperfeiçoamento do sistema de saúde com novas estratégias financeiras e de recursos humanos.

As ações básicas de assistência à saúde em pediatria na rede municipal do Rio de Janeiro, têm se mostrado ampla
em sua abrangência, como demonstrado nas ações de promoção, proteção e apoio ao aleitamento materno e alimentação saudável, no acompanhamento do crescimento e desenvolvimento e até na vigilância da mortalidade infantil e fetal.

Apesar de todo o esforço mútuo entre a rede privada e municipal, ainda há muito o que se fazer pela criança, e a taxa de mortalidade infantil é considerada síntese da qualidade de vida e do nível de desenvolvimento de uma população. No Rio de Janeiro, essa taxa ainda é muito sensível, reafirmando o papel fundamental do acesso à assistência médica de qualidade, na luta contra a mortalidade infantil principalmente, às crianças com diagnósticos potencialmente crônicos.

Inserido nesse contexto, o Homebaby, serviço do Grupo Prontobaby, fundado em 1998, é o único serviço de Home Care exclusivamente pediátrico do Rio de Janeiro, conta com mais de 120 leitos distribuídos pelo estado, abrangendo mais de 30 bairros do Grande Rio.

Com uma equipe multidisciplinar especializada no atendimento pediátrico, é composta por colaboradores na base do serviço e mais de 400 colaboradores em campo, bem como, acompanhamento e consultoria no controle e prevenção de infecção. Além disso, conta com uma frota de carros exclusiva para atender à demanda gerada pelos seus pacientes, com o suporte da estrutura dos hospitais do Grupo Prontobaby.

A atenção à saúde da criança é campo prioritário dos cuidados do Grupo Prontobaby e contamos com unidades de pronto-atendimento na zona norte e zona sul do município do Rio, com abrangência para crianças de todo o estado. Além de unidades de internação nessas mesmas áreas, com investimento em tecnologia e treinamento para ampliar o diagnóstico e prestar cuidados individualizados desde a infância, até a vida adulta.

* Diretora-médica do Hospital Prontobaby

Fonte: Jornal do Brasil

Últimas notícias

Como fazer os pequenos aprenderem a gostar dos “verdinhos”

7 de outubro de 2019


Pediatra enumera técnicas que podem ajudar a lidar com choro de bebês

26 de setembro de 2019


Gengibre possui componentes que ajudam no tratamento de Alzheimer e Parkinson

6 de setembro de 2019


Claudia Leitte mostra ordenha durante a mamada: quando fazer e quais os benefícios

4 de setembro de 2019


Maternidade real: o bebê chegou em casa… E agora?

30 de agosto de 2019